O Sinprofaz (Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional) passou a divulgar os valores estimados da sonegação fiscal no Brasil.

Trata-se de um placar móvel apelidado de sonegômetro, que mostra quanto se sonega em cada unidade da federação. É uma resposta direta ao impostômetro.

Segundo o estudo, a sonegação abocanha aproximadamente um quinto do que seria devido.

Os critérios da estimativa ainda não foram objeto de estudo minucioso, mas é possível até que os números estejam até subestimados, eis que as contas foram feitas com base em valores declarados, porém a sonegação abrange também os fatos geradores omitidos, os subfaturamentos, as vendas com meia nota ou sem nota, os créditos indevidos, as fraudes estruturadas, de modo que é praticamente impossível avaliar a quanto pode chegar a sonegação.

De todo modo, os números divulgados são estarrecedores.

É preciso que os governos de todos os níveis (federal, estaduais e municipais) valorizem o combate à sonegação, estimulem os servidores que atuam na área, ofereçam-lhes melhores condições de trabalho e de remuneração, insiram essas carreiras dentre as típicas de Estado e lhes concedam não apenas o teto único nacional, mas também níveis iniciais mais condizentes com a nobre função que exercem. É do desempenho desses profissionais que dependem os orçamentos e o atendimento das demandas sociais.

Leia matéria tratando do assunto publicada pelo portal da revista Exame, clicando no link abaixo.

Exame: São Paulo perde R$ 132 bilhões por ano para sonegação

 

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