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O corte foi grande: de 17% para 2%. A ideia é atrair grandes centros de distribuição de lojas virtuais. Hoje o Estado não arrecada impostos nesse tipo de operação.

Mas não é o único Estado a fazer isso. Já antes, em 2008, Tocantins e, em 2012, Espírito Santo já haviam adotado medidas semelhantes.

Esse é mais um round dentro do longo processo de reforma tributária. Veja a reportagem completa:

Folha de S.Paulo: Bahia usa ICMS para reacender guerra fiscal no comércio virtual

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