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Essa é a consequência dos gastos com o setor energético: haverá um aumento nos tributos das bebidas frias (na qual se incluem também o refrigerante e a água, por exemplo) e dos cosméticos.

Os estudos já estão prontos e dependem da aprovação do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

O imposto era para ter sido “imposto” no ano passado mas, para não haver um grande impacto na inflação, ele foi adiado para este ano. É a famosa frase “água no chope”.

Veja mais informações no link abaixo:

Afisvec Rio Grande do Sul: Para compensar gastos com setor elétrico, governo pode aumentar imposto sobre a cerveja

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