refrigerante

O governo mexicano tomou uma providência inusitada: aumentou a tributação sobre as bebidas açucaradas no país. A medida atinge em cheio os refrigerantes, e suas fábricas já estão sentindo o prejuízo.

A Femsa, maior engarrafadora de Coca-Cola da América Latina (e que tem filiais no Brasil) já amarga uma queda de 4,6% no seu lucro – além da diminuição no volume de vendas no geral. Outras fabricantes do mesmo setor também relatam lucros menores e menos vendas.

A medida foi a seguinte: cobra-se um peso (o equivalente a R$ 0,17) por cada litro de bebida, e essa atitude se junta ao aumento de 8% sobre fast food – a propósito, fast food e refrigerantes são quase sempre companhias inseparáveis.

Junte-se a isso o fato de que o México é o país onde mais se consome esse tipo de bebida no mundo (e o que tem o maior número de obesos) e temos um estímulo para diminuir seu consumo – e, ao mesmo tempo, aumentar a arrecadação.

Leia mais no link abaixo:

Exame: Imposto do refrigerante mexe com México, líder em obesidade

 

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