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É o que diz o ministro da Fazenda luxemburguês, Pierre Gramegna, sobre o caso do Itaú e Bradesco terem pago menos impostos ao enviar para lá seus lucros.

Ele esteve em São Paulo no dia 18 de novembro para participar de um seminário sobre os setores bancário e financeiro. Para ele, o conceito de “o que tributar” varia muito de país para país, e nessa história, empresas que deixam dinheiro em bancos internacionais podem pagar pouco ou nenhum tributo.

“Pelas regras atuais, por exemplo, um país pode deixar de tributar um valor porque considera que ele é um empréstimo, outro não tributa porque diz que ele é dividendo e, no final, a empresa acaba não pagando imposto em lugar nenhum”, disse.

Veja o texto completo no link abaixo:

UOL Economia: Luxemburgo, onde banco brasileiro fugiu de taxas, culpa leis do mundo todo

Discussion - One Comment
  1. Antônio Sérgio Valente

    nov 24, 2014  at 12:01 am

    Eis outra faceta da guerra fiscal, esta de natureza internacional. Mas o Min. da Fazenda de Luxemburgo tem razão, os sistemas jurídicos é que não preveem certas hipóteses, admitem brechas evasivas.

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