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Lá atrás, a Constituição de 1988 já havia pensado na criação de um imposto sobre grandes fortunas (IGF), juntamente com os impostos de importação (II), exportação (IE), renda (IR), de produtos industrializados (IPI), operações financeiras (IOF) e sobre a propriedade rural (ITR).

Desnecessário dizer que todos esses já saíram do papel e são regularmente cobrados. O de grandes fortunas, não. Depende de Lei Complementar para ser efetivamente colocado em prática. E essa lei complementar que vai disciplinar a porcentagem desse imposto, junto com a faixa de patrimônio.

Desde então, entra ano, entra governo, sai ano, sai governo e o IGF continua lá, sem ser sequer cogitado. Eis que um levantamento do G1, feito em forma de entrevista com os deputados, mostra que 59,8% deles apoiam a vigência deste imposto. Resta saber se eles vão conseguir tirá-lo do papel.

Veja o texto na íntegra no link abaixo:

G1: Imposto sobre grandes fortunas tem apoio de 59,8% dos deputados

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