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O governo federal não esperou o tradicional “o ano começa depois do carnaval” para aumentar os tributos. Logo no início de janeiro, a equipe do ministro da Fazenda Joaquim Levy se pronunciou quanto à majoração de alguns impostos e contribuições – a mais flagrante já foi a Cide/Combustíveis.

O objetivo é engordar o caixa para um superávit primário de 1,2% do PIB para pagar parte da dívida pública. Sabemos que aumento de impostos não são notícias alvissareiras, mas há outras formas de melhorar as finanças do governo sem recorrer a impostos mais altos. É o corte nos gastos da máquina pública.

No artigo do economista Marcos Cintra, publicado na Folha de S.Paulo, mostra a perversidade desse ajuste fiscal, que atinge os menos favorecidos. Ele cita um estudo de Harvard que menciona uma conclusão que soa óbvia: é mais eficaz o corte nos gastos do que o aumento de impostos – especialmente porque tem menos efeitos recessivos.

Veja abaixo o texto na íntegra:

Folha de S.Paulo: A qualidade do ajuste fiscal

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