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Desde que foi previsto na Constituição Federal, em 1988 (lá se vão 27 anos), o Imposto sobre Grandes Fortunas já passou por várias tentativas de regulamentação.

Dez parlamentares, dos mais variados partidos e matizes, sugeriram algumas propostas de Lei Complementar para saber como e qual seria a alíquota deste tributo. A última tentativa para que ele tentasse sair do papel foi em 2012, mas ficou por lá mesmo.

Entre os – vários – obstáculos, está uma questão primária: o que seria considerado uma grande fortuna? Quando se pensou em alguma faixa de valores para a cobrança, sugeriu-se, há 15 anos, algo em torno de R$ 1 milhão. Embora não pareça muito, essa quantia já exclui uma boa parcela dos brasileiros.

E por que, agora, o Imposto poderia, enfim, sair do papel? Em vista do rigoroso ajuste fiscal que o governo federal está implantando, em um momento de corte de gastos, uma grana a mais, vinda de um imposto que já está previsto, desonera um pouco a grande classe trabalhadora.
A ver como – e se – essa discussão vai adiante desta vez.

Veja a notícia completa no link abaixo:

Carta Capital: Imposto sobre fortunas aguarda votação há 15 anos

 

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