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Em sua coluna no jornal Folha de S.Paulo, Marcelo Miterhof, economista do BNDES, mostra o lado “bom” do ajuste fiscal que se quer implantar neste ano no Brasil.

Ele cita a proposta de regulamentar o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) e a federalização do tributo sobre heranças. Aqui, se o IGF for colocado em prática, corre-se o risco de os donos de grandes fortunas levarem seu dinheiro para outro país ou tentar escondê-las em outras aplicações. É um imposto que parece justo mas tem eficácia controversa. Em alguns países ele funcionou, outros não.

Outra proposta é aumentar a alíquota do Imposto de Renda para grandes rendimentos. Basta lembrar que a França aprovou um imposto de 75% para empresas com faturamento acima de € 1 milhão. Essa alíquota duraria dois anos apenas, atingiria 1500 pessoas e tinha a previsão de arrecadar € 210 milhões por ano.

A ver se teremos a coragem de instituir algo levemente parecido por aqui.

Veja no link abaixo o texto completo:

Folha de S.Paulo: O lado bom

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