Close-up of stacks of U.K.. coins

O país que tem a cidade onde a latitude é de 0° e divide o mundo entre norte e sul está com um debate interessante sobre tributação. O presidente Rafael Correa pretende instalar o imposto sobre fortunas – e, claro, já recebe duras críticas.

Em princípio, de acordo com um dos projetos de lei, apenas quem tivesse mais de US$ 68 mil seria taxado (outra regra mais nova propõe a base de cálculo a partir de US$ 34 mil), e a alíquota pode variar entre 2,5% a 47,5% para parentes diretos.

Embora se noticie que grande parcela da população seja contra o imposto, somente 0,1% dos equatorianos são elegíveis para pagá-lo – a grande maioria nem tem condição de ser cobrada.

Aí, ao contrário da linha do Equador, a divisão entre classes não é homogênea. A ver como tudo se comporta – levando em consideração que o Brasil tem propostas similares.

Veja o texto completo no link abaixo:

Carta Capital Rede Latinamérica: O novo imposto sobre heranças e o despertar da oposição equatoriana

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