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Ajuste fiscal é o tema do ano, ao qual sempre se voltam as baterias antiaéreas contra e a favor. Uma das últimas propostas é a volta da CPMF, que ficou conhecida como “imposto do cheque”. Ela é cobrada nas movimentações financeiras dos bancos, e atinge a todos por igual (todos que tenham conta em banco).

Para o governo federal, a CPMF é ainda a melhor maneira de se equilibrar as contas públicas, para as quais ingressaria um significativo montante para fazer face às despesas.

O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, por exemplo, é favorável ao novo imposto, que seria cobrado de forma temporária – ele cita que vá até 2019.

A proposta é tentadora, visto que a arrecadação federal está em queda, e as previsões são de que ela ainda mantenha a trajetória para baixo no ano que vem.

Veja o texto na íntegra no link abaixo:

Valor Econômico: Receita em queda afeta também 2016

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